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Saí da minha zona de conforto. Avisaram-me que a sensação não ia ser agradável, que ia cair e voltar a cair. Que o sangue iria jorrar dos meus lábios, das feridas que o meu corpo adquirisse como tempo, com os murros que a vida me desse, mas o mais importante era continuar-me a levantar, continuar a acordar cedo de manhã, sorrir para o sol e pôr os meus pés na terra.
Não basta lembrar, tenho de querer respirar todos os dias.
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